O MP pede cassação do direito de transmissão da propaganda partidária do PSDB no primeiro semestre de 2011
São Paulo O MPE (Ministério Público Eleitoral) ajuizou duas novas representações no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nas quais pede multa a José Serra, candidato à Presidência pelo PSDB, por propaganda eleitoral antecipada.
Em uma delas a promotoria solicita aplicação de multa também ao partido, além da cassação do direito de transmissão da propaganda partidária do primeiro semestre de 2011.
O MPE alega que, na veiculação do programa que foi ao ar em 17 de junho, "o partido aproveitou a transmissão para difundir a experiência política do candidato, dando ênfase para os cargos que ocupou e o trabalho que realizou em sua vida pública". "O próprio candidato se encarregou de lembrar suas realizações da época em que foi ministro da Saúde", ressalta a vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, ao descrever a existência de promoção pessoal de Serra.
Na outra representação, a promotoria pediu a aplicação de multa de R$ 25 mil a Serra e aos religiosos Cesino Bernardino, Reuel Bernardino e José Lima Damasceno por suposta propaganda antecipada em favor do tucano no 28º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários. O evento foi realizado no último 1º de maio, em Camboriú (SC).
Para o MPE, a propaganda antecipada teria sido configurada por meio de declarações em que os pastores se referiram a Serra como o próximo presidente da República. Além disso, os religiosos teriam exaltado a biografia do candidato.
Já o tucano teria exposto a ação política, identificando sua linha de atuação com a da organizadora do evento, vinculada à Assembleia de Deus. O MPE afirma que o Congresso não foi fechado, pois foram espalhados telões pela cidade, o que possibilitou que cerca de 180 mil pessoas assistissem ao evento.
Cutucou
Serra cutucou ontem sua adversária, a presidenciável do PT, Dilma Rousseff, ao dizer que nunca assinaria um documento sem ler. "Não há perigo de eu assinar sem ler. Sou cricri. Sempre escrevi meus textos. Viro madrugada escrevendo e lendo", afirmou em resposta a uma internauta em sua página no Twitter. Na semana passada, o PT entregou à Justiça Eleitoral um plano de governo com medidas polêmicas, como o controle social da mídia.
São Paulo O MPE (Ministério Público Eleitoral) ajuizou duas novas representações no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nas quais pede multa a José Serra, candidato à Presidência pelo PSDB, por propaganda eleitoral antecipada.
Em uma delas a promotoria solicita aplicação de multa também ao partido, além da cassação do direito de transmissão da propaganda partidária do primeiro semestre de 2011.
O MPE alega que, na veiculação do programa que foi ao ar em 17 de junho, "o partido aproveitou a transmissão para difundir a experiência política do candidato, dando ênfase para os cargos que ocupou e o trabalho que realizou em sua vida pública". "O próprio candidato se encarregou de lembrar suas realizações da época em que foi ministro da Saúde", ressalta a vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, ao descrever a existência de promoção pessoal de Serra.
Na outra representação, a promotoria pediu a aplicação de multa de R$ 25 mil a Serra e aos religiosos Cesino Bernardino, Reuel Bernardino e José Lima Damasceno por suposta propaganda antecipada em favor do tucano no 28º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários. O evento foi realizado no último 1º de maio, em Camboriú (SC).
Para o MPE, a propaganda antecipada teria sido configurada por meio de declarações em que os pastores se referiram a Serra como o próximo presidente da República. Além disso, os religiosos teriam exaltado a biografia do candidato.
Já o tucano teria exposto a ação política, identificando sua linha de atuação com a da organizadora do evento, vinculada à Assembleia de Deus. O MPE afirma que o Congresso não foi fechado, pois foram espalhados telões pela cidade, o que possibilitou que cerca de 180 mil pessoas assistissem ao evento.
Cutucou
Serra cutucou ontem sua adversária, a presidenciável do PT, Dilma Rousseff, ao dizer que nunca assinaria um documento sem ler. "Não há perigo de eu assinar sem ler. Sou cricri. Sempre escrevi meus textos. Viro madrugada escrevendo e lendo", afirmou em resposta a uma internauta em sua página no Twitter. Na semana passada, o PT entregou à Justiça Eleitoral um plano de governo com medidas polêmicas, como o controle social da mídia.
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