O Instituto Doutor José Frota (IJF) registrou um novo princípio de incêndio na noite do último sábado. O terceiro andar do prédio precisou ser evacuado. Pelo menos dois pacientes foram transferidos para outros hospitais
A fumaça começou numa das salas do centro cirúrgico e, rapidamente, se espalhou pelo terceiro andar do prédio do Instituto Doutor José Frota (IJF). Onze pacientes precisaram ser removidos. ``Foi uma correria. Todo mundo pegando as macas, ajudando a retirar as pessoas. Era tanta fumaça que ninguém enxergava nada``, conta um funcionário. O susto foi na noite do último sábado, por volta das 22 horas. Foi a segunda vez, em menos de 40 dias, que o maior hospital de urgência e emergência do Estado registrou um princídio de incêndio.
Dessa vez, o problema foi um curto-circuito no ar-condicionado split da sala 3 do centro cirúrgico. No momento, havia dois pacientes em salas vizinhas: um na 7, sendo operado, e outro na 1, esperando pela cirurgia. A fumaça também atingiu a sala de recuperação pós-anestésica, que fica próxima ao centro cirúrgico. Lá, nove leitos estavam ocupados. Os pacientes foram removidos para a emergência, no primeiro andar.
A preocupação maior era com o paciente que estava sendo operado. ``Ele só podia ser retirado de lá quando terminasse a cirurgia. O médico já tinha aberto a cabeça dele``, lembra uma funcionária do hospital. Para impedir que a fumaça entrasse na sala, um outro funcionário ficou vedando a porta e frestas com pano úmido. O POVO conversou com o médico que fez a cirurgia, que pediu para não ser identificado. ``Na hora, nem vi a fumaça. A gente fica concentrado. Só enxerga o paciente.`` Segundo ele, apesar do sufoco, o procedimento foi realizado com êxito. A equipe concluiu a operação em meia hora.
Por causa da fumaça, as cirurgias de médio e grande porte ficaram suspensas até as 2h30min de domingo, quando o centro cirúrgico foi liberado. As salas foram lavadas para retirar a fuligem. Nesse intervalo, pelo menos dois pacientes que precisavam ser operados com urgência foram encaminhados para o Frotinha de Antônio Bezerra.
O titular da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Alexandre Mont-Alverne, foi até o IJF, na noite do sábado. ``O curto-circuito ficou restrito à sala de cirurgia. Não tem relação com o episódio anterior``, diz, se referindo ao princípio de incêndio que deixou o atendimento caótico no dia dia 6 de abril. Ainda de acordo com o secretário, a sala onde ocorreu o princípio de incêndio foi lacrada e passará por perícia.
Dessa vez, o problema foi um curto-circuito no ar-condicionado split da sala 3 do centro cirúrgico. No momento, havia dois pacientes em salas vizinhas: um na 7, sendo operado, e outro na 1, esperando pela cirurgia. A fumaça também atingiu a sala de recuperação pós-anestésica, que fica próxima ao centro cirúrgico. Lá, nove leitos estavam ocupados. Os pacientes foram removidos para a emergência, no primeiro andar.
A preocupação maior era com o paciente que estava sendo operado. ``Ele só podia ser retirado de lá quando terminasse a cirurgia. O médico já tinha aberto a cabeça dele``, lembra uma funcionária do hospital. Para impedir que a fumaça entrasse na sala, um outro funcionário ficou vedando a porta e frestas com pano úmido. O POVO conversou com o médico que fez a cirurgia, que pediu para não ser identificado. ``Na hora, nem vi a fumaça. A gente fica concentrado. Só enxerga o paciente.`` Segundo ele, apesar do sufoco, o procedimento foi realizado com êxito. A equipe concluiu a operação em meia hora.
Por causa da fumaça, as cirurgias de médio e grande porte ficaram suspensas até as 2h30min de domingo, quando o centro cirúrgico foi liberado. As salas foram lavadas para retirar a fuligem. Nesse intervalo, pelo menos dois pacientes que precisavam ser operados com urgência foram encaminhados para o Frotinha de Antônio Bezerra.
O titular da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Alexandre Mont-Alverne, foi até o IJF, na noite do sábado. ``O curto-circuito ficou restrito à sala de cirurgia. Não tem relação com o episódio anterior``, diz, se referindo ao princípio de incêndio que deixou o atendimento caótico no dia dia 6 de abril. Ainda de acordo com o secretário, a sala onde ocorreu o princípio de incêndio foi lacrada e passará por perícia.

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