Pesquisa Datafolha mostra Geraldo Alckmin à frente tanto de Eduardo Suplicy como de Aloísio Mercadante
O senador Eduardo Suplicy afirmou ontem ter atendido a um apelo da direção do PT em São Paulo ao abrir mão da pré-candidatura ao governo do Estado. A vaga de candidato ficará com o senador Aloizio Mercadante (PT-SP).
"A direção, por consenso, prefere que eu não seja o candidato. Ser candidato com todos os membros da direção recomendando que eu abrisse mão, não teria sentido", disse Suplicy.
O petista se reuniu ontem, em São Paulo, com 20 membros do diretório estadual. Segundo ele, o apelo pela unidade partidária foi unânime.
"O nome de Mercadante está aceito pela militância, pelo diretório. E também teve o gesto dele em abrir mão da reeleição ao Senado para ser candidato em São Paulo". Suplicy disse que o partido alegou urgência na decisão para convencê-lo a desistir sem necessidade de prévias no Estado.
O petista afirmou que, agora, irá cumprir suas funções no Senado até 2015, quando termina seu mandato, além de apoiar as candidaturas da presidenciável petista, Dilma Rousseff, e de Mercadante.
Alckmin
Pesquisa Datafolha divulgada ontem mostra que Suplicy supera Mercadante nas intenções de voto. Ambos, entretanto, estão atrás do tucano Geraldo Alckmin. Contra Alckmin, Suplicy aparece com 19% das intenções de voto; Mercadante tem 13% na mesma disputa.
O presidente do PT-SP, Edinho Silva, afirmou que o gesto de Suplicy foi nobre. "Ele retirou candidatura. Foi um gesto nobre. Ele reconheceu que era preciso ter unidade partidária". Segundo Edinho, o PT lançará a candidatura de Mercadante no final de abril. "O partido resolveu repetir a candidatura de Mercadante porque isso ajuda a acumular no processo eleitoral", afirmou.
Entre os argumentos usados por Edinho para defender a escolha de Mercadante está o fato do senador ter sido um dos mais votados da história de São Paulo. O petista disse que o futuro da ex-prefeita e ex-ministra Marta Suplicy também está definido. Ela sairá candidata ao Senado.
Semana passada, cinco partidos -PDT, PRB, PC do B, PSL e PR- fecharam apoio à pré-candidatura de Mercadante.
As legendas, que fazem oposição ao governo José Serra (PSDB), também decidiram apoiar as pré-candidaturas ao Senado da ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy e do vereador Netinho de Paula (PC do B). O candidato a vice na chapa deve ser indicado pelo PDT.
O PT ainda tenta o apoio do PSB, mas o mais provável é que o candidato do partido seja Paulo Skaf (PSB), presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
O senador Eduardo Suplicy afirmou ontem ter atendido a um apelo da direção do PT em São Paulo ao abrir mão da pré-candidatura ao governo do Estado. A vaga de candidato ficará com o senador Aloizio Mercadante (PT-SP).
"A direção, por consenso, prefere que eu não seja o candidato. Ser candidato com todos os membros da direção recomendando que eu abrisse mão, não teria sentido", disse Suplicy.
O petista se reuniu ontem, em São Paulo, com 20 membros do diretório estadual. Segundo ele, o apelo pela unidade partidária foi unânime.
"O nome de Mercadante está aceito pela militância, pelo diretório. E também teve o gesto dele em abrir mão da reeleição ao Senado para ser candidato em São Paulo". Suplicy disse que o partido alegou urgência na decisão para convencê-lo a desistir sem necessidade de prévias no Estado.
O petista afirmou que, agora, irá cumprir suas funções no Senado até 2015, quando termina seu mandato, além de apoiar as candidaturas da presidenciável petista, Dilma Rousseff, e de Mercadante.
Alckmin
Pesquisa Datafolha divulgada ontem mostra que Suplicy supera Mercadante nas intenções de voto. Ambos, entretanto, estão atrás do tucano Geraldo Alckmin. Contra Alckmin, Suplicy aparece com 19% das intenções de voto; Mercadante tem 13% na mesma disputa.
O presidente do PT-SP, Edinho Silva, afirmou que o gesto de Suplicy foi nobre. "Ele retirou candidatura. Foi um gesto nobre. Ele reconheceu que era preciso ter unidade partidária". Segundo Edinho, o PT lançará a candidatura de Mercadante no final de abril. "O partido resolveu repetir a candidatura de Mercadante porque isso ajuda a acumular no processo eleitoral", afirmou.
Entre os argumentos usados por Edinho para defender a escolha de Mercadante está o fato do senador ter sido um dos mais votados da história de São Paulo. O petista disse que o futuro da ex-prefeita e ex-ministra Marta Suplicy também está definido. Ela sairá candidata ao Senado.
Semana passada, cinco partidos -PDT, PRB, PC do B, PSL e PR- fecharam apoio à pré-candidatura de Mercadante.
As legendas, que fazem oposição ao governo José Serra (PSDB), também decidiram apoiar as pré-candidaturas ao Senado da ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy e do vereador Netinho de Paula (PC do B). O candidato a vice na chapa deve ser indicado pelo PDT.
O PT ainda tenta o apoio do PSB, mas o mais provável é que o candidato do partido seja Paulo Skaf (PSB), presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
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