Trânsito lento. Resultado de um congestionamento que se estendeu por cerca de três quilômetros. O movimento de carros na Avenida Senador Carlos Jereissati, que dá acesso ao Aeroporto Internacional Pinto Martins, experimentou, num domingo atípico, uma saturação que durou das 14h às 16h. Tudo isso por causa da festa que os torcedores fizeram para receber os jogadores que levaram o time do Ceará à 1ª Divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol.
Em clima de animação, os torcedores se fizeram presentes ao longo da via com muitas bandeiras, faixas e, sobretudo, alegria pela importante conquista. Os alvinegros não se importaram em passar horas num trânsito desordenado. Aliás, a necessidade de conter o caos somente foi tomada pela Polícia Militar, a partir das 15h, quando foi deslocada, para a área mais crítica, uma viatura do Comando Tático Motorizado (Cotam).
Controle
Tendo à frente o sargento PM Paulo Santos, o objetivo da triagem foi evitar que os atrasos nos embarques no terminal não fossem ainda mais acentuados, como se verificou no começo da tarde. "Os torcedores fecharam as duas pistas da avenida. Isso está trazendo prejuízos para quem deseja estar a tempo no aeroporto", afirmou o militar. Mesmo assim, eram comuns as cenas de passageiros de táxis e até mesmo de carros particulares abandonarem seus veículos, a um quilômetro do terminal, e seguirem, a pé, com suas bagagens para o Pinto Martins.
"Claro que isso nos trouxe grande transtorno, porque estamos com medo de perder o avião", disse o empresário Micheil Ferrah, que tinha viagem marcada para São Paulo, às 16h15. Vale registrar que o empresário, muito apressado, conversou com a equipe de reportagem por volta das 15h30.
Mas não teve reclamação que aborrecesse a torcida alvinegra, que ainda teve de enfrentar sol forte e muitos xingamentos. Isso tudo sem perder a alegria pela vitória do time do coração.
"Essa é uma festa atípica. Por isso, temos de entender os desconfortos e compreender, acima de tudo, que estamos aqui para festejar essa grande vitória", disse o administrador de empresas Paulo Roberto de Sousa Rodrigues, de 48 anos.
Se no começo da Senador Carlos Jereissati havia a opção de acesso pela Avenida Alberto Craveiro, o mesmo não se podia dizer da Avenida Gomes de Matos, que estava congestionada até chegar à João Pessoa, onde está localizada a sede do Ceará.
Carreata
Houve também momentos de frustração e decepção para quem se preparou para uma carreata. Isso aconteceu quando a delegação do Ceará não saiu pelo portão principal do Pinto Martins. Para evitar a multidão, o cortejo dos "heróis", como foi chamado por um torcedor, ocorreu numa área próxima ao antigo terminal. A frustração também foi manifestada por mulheres que integram a torcida organizada "Sou Mais Ceará". Segundo a integrante Paula Roberta Malta, 18 anos, a organização falhou em não colocá-las no trio elétrico, embora o grupo tivesse sido convidado.
Em clima de animação, os torcedores se fizeram presentes ao longo da via com muitas bandeiras, faixas e, sobretudo, alegria pela importante conquista. Os alvinegros não se importaram em passar horas num trânsito desordenado. Aliás, a necessidade de conter o caos somente foi tomada pela Polícia Militar, a partir das 15h, quando foi deslocada, para a área mais crítica, uma viatura do Comando Tático Motorizado (Cotam).
Controle
Tendo à frente o sargento PM Paulo Santos, o objetivo da triagem foi evitar que os atrasos nos embarques no terminal não fossem ainda mais acentuados, como se verificou no começo da tarde. "Os torcedores fecharam as duas pistas da avenida. Isso está trazendo prejuízos para quem deseja estar a tempo no aeroporto", afirmou o militar. Mesmo assim, eram comuns as cenas de passageiros de táxis e até mesmo de carros particulares abandonarem seus veículos, a um quilômetro do terminal, e seguirem, a pé, com suas bagagens para o Pinto Martins.
"Claro que isso nos trouxe grande transtorno, porque estamos com medo de perder o avião", disse o empresário Micheil Ferrah, que tinha viagem marcada para São Paulo, às 16h15. Vale registrar que o empresário, muito apressado, conversou com a equipe de reportagem por volta das 15h30.
Mas não teve reclamação que aborrecesse a torcida alvinegra, que ainda teve de enfrentar sol forte e muitos xingamentos. Isso tudo sem perder a alegria pela vitória do time do coração.
"Essa é uma festa atípica. Por isso, temos de entender os desconfortos e compreender, acima de tudo, que estamos aqui para festejar essa grande vitória", disse o administrador de empresas Paulo Roberto de Sousa Rodrigues, de 48 anos.
Se no começo da Senador Carlos Jereissati havia a opção de acesso pela Avenida Alberto Craveiro, o mesmo não se podia dizer da Avenida Gomes de Matos, que estava congestionada até chegar à João Pessoa, onde está localizada a sede do Ceará.
Carreata
Houve também momentos de frustração e decepção para quem se preparou para uma carreata. Isso aconteceu quando a delegação do Ceará não saiu pelo portão principal do Pinto Martins. Para evitar a multidão, o cortejo dos "heróis", como foi chamado por um torcedor, ocorreu numa área próxima ao antigo terminal. A frustração também foi manifestada por mulheres que integram a torcida organizada "Sou Mais Ceará". Segundo a integrante Paula Roberta Malta, 18 anos, a organização falhou em não colocá-las no trio elétrico, embora o grupo tivesse sido convidado.
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