Com três tiros de pistola, foi assassinado, ontem, José Fabrício de Oliveira, 16 anos. Com ele, mais dois jovens foram atingidos a bala, enquanto bebiam na comemoração pela vitória conquistada pelo Ceará. Os feridos foram encaminhados ao Instituto Dr. José Frota (IJF).
O crime aconteceu por volta das 15 horas de ontem, no bairro Ellery, nas proximidades da Travessa Continental e a Avenida Sargento Hermínio. Além da morte de Fabrício, saíram feridos o adolescente identificado como ´Sérgio´, de 16 anos, e ´Devásio´, de 25 anos.
Segundo testemunhas, o crime aconteceu por motivos de vingança, uma vez que um dos rapazes havia provocado um policial militar. Esse, vestido com uma camisa do Ceará e sendo transportado na garupa de um motocicleta, alvejou o trio, que bebida numa calçada.
Para a mãe de José Fabrício, Telma Maria de Oliveira, de 33 anos, o assassino não visava a matar o estudante. "Foi um crime cruel e covarde", desabafou.
Telma disse que o filho não tinha passagem pela polícia, e que não possuía inimigos. Enquanto isso, amigos de Fabrício recolheram cápsulas das balas, a fim de que sirvam de prova como tendo sido disparadas por uma arma exclusiva de uso da polícia. O caso deverá ser apurado pelo 1º DP, no Bairro Ellery. A partir de hoje, a delegacia distrital deve começar a ouvir testemunhas. Familiares do jovem e pessoas que estavam com ele, no momento do crime, serão notificadas pela Polícia Civil. Os dois rapazes que ficaram feridos a bala também prestarão depoimento assim que forem liberados do hospital.
O crime aconteceu por volta das 15 horas de ontem, no bairro Ellery, nas proximidades da Travessa Continental e a Avenida Sargento Hermínio. Além da morte de Fabrício, saíram feridos o adolescente identificado como ´Sérgio´, de 16 anos, e ´Devásio´, de 25 anos.
Segundo testemunhas, o crime aconteceu por motivos de vingança, uma vez que um dos rapazes havia provocado um policial militar. Esse, vestido com uma camisa do Ceará e sendo transportado na garupa de um motocicleta, alvejou o trio, que bebida numa calçada.
Para a mãe de José Fabrício, Telma Maria de Oliveira, de 33 anos, o assassino não visava a matar o estudante. "Foi um crime cruel e covarde", desabafou.
Telma disse que o filho não tinha passagem pela polícia, e que não possuía inimigos. Enquanto isso, amigos de Fabrício recolheram cápsulas das balas, a fim de que sirvam de prova como tendo sido disparadas por uma arma exclusiva de uso da polícia. O caso deverá ser apurado pelo 1º DP, no Bairro Ellery. A partir de hoje, a delegacia distrital deve começar a ouvir testemunhas. Familiares do jovem e pessoas que estavam com ele, no momento do crime, serão notificadas pela Polícia Civil. Os dois rapazes que ficaram feridos a bala também prestarão depoimento assim que forem liberados do hospital.
MARCUS PEIXOTO
REPÓRTER
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