Quase 15 dias depois da destruição da fazenda Santo Henrique, em São Paulo, comandada pelo MST, o presidente Lula resolveu criticar a ação. Ele afirmou que é a favor da manifestação dos movimentos sociais, mas chamo de “vandalismo” a destruição de parte do laranjal da fazenda e de equipamentos e produtos da propriedade. Lula também disse que a lei “existe para punir este tipo de ação”. Segundo o movimento, cerca de 450 famílias ocupavam o local em protesto pela reforma agrária na região. Mais de 7 mil pés de laranja foram destruídos. Segundo a empresa, 300 funcionários foram expulsos da fazenda pelos sem-terra. Os integrantes do MST invadiram a fazenda no dia 28 de setembro, e só foi desocupada na quarta (7).
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