2 de setembro de 2011

CRÔNICA SOBRE EDUCAÇÃO


Assim como diversas áreas que compõem a estrutura de uma sociedade, o cenário educacional possui deficiências.
Os métodos de ensino não dão conta das transformações do modo de comportamento e pensamento do aluno de hoje. Os discursos pedagógicos debatidos nas universidades na grande maioria das vezes nem chegam perto da realidade vivida pelos estudantes, e as políticas educacionais propostas pelo governo são insatisfatórias e não trazem um resultado imediato. E é claro, sem esquecer de mencionar o velho problema salarial.
Tudo isso faz com que os professores fiquem desmotivados, se sentindo impotentes diante dessa problemática e os alunos desinteressados, já que a escola não traz nenhum tipo de atrativo se compararmos à informática, as evoluções tecnológicas, um mundo tão colorido e movimentado.
Mas aí que fica no ar a pergunta, como adaptar e renovar o ambiente escolar se na prática não há nenhum esforço ou interesse em investir em uma política realmente voltada para o progresso cultural e educacional?
Pois de que vale um povo escolarizado se assim ele será menos manipulado? E, esse povo que já possui o governo como seu representante para que precisa “aprender a falar” se já tem quem fale em seu lugar? Quem necessita de voz nesse país? Alguém sabe me responder alguma dessas perguntas?

(Franciele Guarienti) Do Blog Ad Tempore

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