Está confirmada para esta tarde, na sede do partido, a reunião para debater a posição quanto à infidelidade de filiados
A Comissão de Ética do PSDB cearense inicia, hoje, por recomendação da direção estadual do partido, o exame da situação de cada um dos tucanos suspeitos infidelidade partidária, nas eleições de outubro passado, especialmente no segundo turno da disputa, visto que as infidelidades do primeiro turno, quando alguns deixaram de votar no candidato a governador da agremiação, deputado Marcos Cals, foram desculpadas pela própria direção partidária.
Logo após a realização do primeiro turno das eleições, no dia 3 de outubro, a direção do PSDB do Estado editou uma Resolução que tinha como finalidade impor o apoiamento de todos os filiados à candidatura de José Serra à Presidência da República. Não houve publicação da Resolução, mas as principais lideranças do partido foram unânimes em informar que todos estavam obrigados a votar em Serra ou, do contrário, deixassem os quadros do partido.
Absolvidos
No mesmo discurso, os líderes tucanos diziam ter esquecido o comportamento de alguns quanto ao fato de não terem votado no candidato a governador, mas seriam implacáveis com os infieis em relação ao candidato à Presidência.
Não se tem conhecimento da existência de algum processos ou se a Comissão de Ética, hoje, vai dar início aos processos. Na entrevista que concedeu, na última sexta-feira, o presidente do partido, deputado Raimundo Gomes de Matos nada adiantou sobre processos, limitando-se a afirmar que a convocação da Comissão de Ética havia se dado no encontro da direção estadual acontecido naquela mesma manhã de sexta-feira, e que amanhã, todos os deputados estaduais da agremiação serão convocados para uma reunião em que serão reafirmados os compromissos de oposição ao Governo Cid Gomes, a partir de sua instalação, no início do próximo ano. A bancada do PSDB, em 2011, está reduzida à metade, recaindo sobre uma boa parte dela a suspeita de que não há disposição para ser oposição.
Há divisão no partido quanto à punição ao infieis. Uns tucanos defendem a expulsão, até mesmo de deputados. Outros sugerem que permitam aos insatisfeitos deixarem a sigla espontaneamente.
A Comissão de Ética do PSDB cearense inicia, hoje, por recomendação da direção estadual do partido, o exame da situação de cada um dos tucanos suspeitos infidelidade partidária, nas eleições de outubro passado, especialmente no segundo turno da disputa, visto que as infidelidades do primeiro turno, quando alguns deixaram de votar no candidato a governador da agremiação, deputado Marcos Cals, foram desculpadas pela própria direção partidária.
Logo após a realização do primeiro turno das eleições, no dia 3 de outubro, a direção do PSDB do Estado editou uma Resolução que tinha como finalidade impor o apoiamento de todos os filiados à candidatura de José Serra à Presidência da República. Não houve publicação da Resolução, mas as principais lideranças do partido foram unânimes em informar que todos estavam obrigados a votar em Serra ou, do contrário, deixassem os quadros do partido.
Absolvidos
No mesmo discurso, os líderes tucanos diziam ter esquecido o comportamento de alguns quanto ao fato de não terem votado no candidato a governador, mas seriam implacáveis com os infieis em relação ao candidato à Presidência.
Não se tem conhecimento da existência de algum processos ou se a Comissão de Ética, hoje, vai dar início aos processos. Na entrevista que concedeu, na última sexta-feira, o presidente do partido, deputado Raimundo Gomes de Matos nada adiantou sobre processos, limitando-se a afirmar que a convocação da Comissão de Ética havia se dado no encontro da direção estadual acontecido naquela mesma manhã de sexta-feira, e que amanhã, todos os deputados estaduais da agremiação serão convocados para uma reunião em que serão reafirmados os compromissos de oposição ao Governo Cid Gomes, a partir de sua instalação, no início do próximo ano. A bancada do PSDB, em 2011, está reduzida à metade, recaindo sobre uma boa parte dela a suspeita de que não há disposição para ser oposição.
Há divisão no partido quanto à punição ao infieis. Uns tucanos defendem a expulsão, até mesmo de deputados. Outros sugerem que permitam aos insatisfeitos deixarem a sigla espontaneamente.
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