
Um velejador norte-americano aventureiro, que se encontrava em águas brasileiras, foi resgatado por pescadores na costa leste do Ceará. O nova-iorquino Frank Sterling viajava sozinho no veleiro de nome Calipsy, pelo Oceano Atlântico, quando, segundo ele, foi surpreendido por uma série de tempestades em alto-mar, na costa africana, que acabou por danificar o mastro da vela e a antena de rádio-comunicação.
Ele havia saído da costa dos Estados Unidos, mais precisamente de sua cidade de origem, Nova York, há cerca seis meses e pretendia chegar ao destino final, o Canal do Panamá, pelo Oceano Pacífico, no fim do ano, depois de percorrer cerca 27 mil milhas marítimas.
A viagem acabou sendo interrompida, e o aventureiro veio aportar na orla de Camocim. "A embarcação chegou por volta das 5h de segunda-feira. Estava indo para o mar quando resolvi verificar o veleiro e, para minha surpresa, encontrei-o dormindo. Ele acordou um pouco assustado e me pediu ajuda. Não sabia o que ele dizia, mas resolvi ajudá-lo", contou o pescador Geovane Muniz da Costa.
A Capitania dos Portos de Camocim já está investigando a vida e a viagem do velejador aventureiro. O Consulado Norte-americano no Brasil, bem como a Polícia Federal e a Receita Federal, também investigam a presença de Sterling no País. "Ficará difícil ele seguir sua viagem de aventura, uma vez que não tinha autorização para ancorar na costa brasileira, e a embarcação que ele viajava está também danificada", contou o capitão Marcos Lima, da Capitania de Camocim.
Alimentação
Durante a viagem e o período em que ficou à deriva, o norte-americano Sterling não sofreu por falta de alimentação. "Preparei-me para passar de nove a 12 meses em alto-mar, então, mesmo com a quebra do equipamento, tive condições de sobrevivência". O tempo em que ficou à deriva, de acordo com ele, foi de aproximadamente longas oito semanas.
DN
Ele havia saído da costa dos Estados Unidos, mais precisamente de sua cidade de origem, Nova York, há cerca seis meses e pretendia chegar ao destino final, o Canal do Panamá, pelo Oceano Pacífico, no fim do ano, depois de percorrer cerca 27 mil milhas marítimas.
A viagem acabou sendo interrompida, e o aventureiro veio aportar na orla de Camocim. "A embarcação chegou por volta das 5h de segunda-feira. Estava indo para o mar quando resolvi verificar o veleiro e, para minha surpresa, encontrei-o dormindo. Ele acordou um pouco assustado e me pediu ajuda. Não sabia o que ele dizia, mas resolvi ajudá-lo", contou o pescador Geovane Muniz da Costa.
A Capitania dos Portos de Camocim já está investigando a vida e a viagem do velejador aventureiro. O Consulado Norte-americano no Brasil, bem como a Polícia Federal e a Receita Federal, também investigam a presença de Sterling no País. "Ficará difícil ele seguir sua viagem de aventura, uma vez que não tinha autorização para ancorar na costa brasileira, e a embarcação que ele viajava está também danificada", contou o capitão Marcos Lima, da Capitania de Camocim.
Alimentação
Durante a viagem e o período em que ficou à deriva, o norte-americano Sterling não sofreu por falta de alimentação. "Preparei-me para passar de nove a 12 meses em alto-mar, então, mesmo com a quebra do equipamento, tive condições de sobrevivência". O tempo em que ficou à deriva, de acordo com ele, foi de aproximadamente longas oito semanas.
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