Governador garante que, se reeleito, o futuro Governo não será apenas a continuidade deste, mas totalmente novo
Na tentativa da ganhar o apoio dos representantes de Organizações Não Governamentais (ONGs), o candidato à reeleição, Cid Gomes (PSB), anunciou que pretende ampliar os recursos que o Estado disponibiliza para o setor. Ele visitou, ontem pela manhã, a Escola de Dança e Integração Social da Criança e do Adolescente (Edisca) onde se reuniu com líderes de ONGs.
A promessa foi feita na reunião, onde Cid conheceu mais de 30 gestores de ONGs que estiveram no Edisca com propostas para serem apresentadas ao candidato, no sentido de que sejam ampliados os recursos de ajuda do Estado. Ele prometeu reajuste, mas ia primeiro se informar sobre o total de repasses atualmente feito.
A ideia dos gestores de ONGs era sugerir ao governador que pudesse haver uma espécie de órgão no Executivo para tratar de assuntos relacionados ao terceiro setor, o que o candidato descartou de imediato. Ao invés disso, Cid Gomes se comprometeu de fazer três ou quatro reuniões por ano com a categoria.
Cabide
Nitidamente objetivo nas declarações durante toda a reunião, onde ele ouviu vários gestores, o governador disse que a criação de um órgão precisa ter um "foco", caso contrário pode tornar-se apenas em um "cabide de emprego", mas avisou: "Eu não estou fechando portas".
Cid ainda repetiu várias vezes a importância que ele atribui às ONGs, ao dizer que em determinadas áreas o poder público não consegue atuar sem a ajuda dessas instituições, como no combate ao uso de drogas. "O Estado tem que encarar o terceiro setor como algo que supre as deficiências da Gestão, portanto como aliados", disse.
No meio da discussão, depois de anunciar as promessas, o governador, de forma descontraída, ainda pediu votos aos presentes: "Isso tudo, naturalmente, se eu for eleito. Porque aí tem um pedido de votos por trás" de toda essa conversa.
Quem chegou ao evento com o governador foi o candidato ao Senado Federal, Eunício Oliveira (PMDB), que durante a reunião se dispôs a contribuir com o que puder no restante de seu mandato como deputado federal e como senador, se eleito.
A senadora Patrícia Saboya (PDT), que disputa vaga na Assembleia Legislativa, também esteve no Edisca, a convite da direção. Sentada ao lado de Cid, Patrícia destacou a importância de uma parceria entre o Estado e o terceiro setor e se comprometeu em continuar colaborando.
Durante entrevista, Cid ainda disse que pretende fazer alterações em sua equipe de gestão, caso seja reeleito. Ele sinalizou mudanças no secretariado, mas não deu detalhes, apenas apontou a segurança como ponto que precisa de alterações. "Se eu for eleito, (a administração) será tratada como um novo mandato, com toda a expressão da palavra novo", justificou
Na tentativa da ganhar o apoio dos representantes de Organizações Não Governamentais (ONGs), o candidato à reeleição, Cid Gomes (PSB), anunciou que pretende ampliar os recursos que o Estado disponibiliza para o setor. Ele visitou, ontem pela manhã, a Escola de Dança e Integração Social da Criança e do Adolescente (Edisca) onde se reuniu com líderes de ONGs.
A promessa foi feita na reunião, onde Cid conheceu mais de 30 gestores de ONGs que estiveram no Edisca com propostas para serem apresentadas ao candidato, no sentido de que sejam ampliados os recursos de ajuda do Estado. Ele prometeu reajuste, mas ia primeiro se informar sobre o total de repasses atualmente feito.
A ideia dos gestores de ONGs era sugerir ao governador que pudesse haver uma espécie de órgão no Executivo para tratar de assuntos relacionados ao terceiro setor, o que o candidato descartou de imediato. Ao invés disso, Cid Gomes se comprometeu de fazer três ou quatro reuniões por ano com a categoria.
Cabide
Nitidamente objetivo nas declarações durante toda a reunião, onde ele ouviu vários gestores, o governador disse que a criação de um órgão precisa ter um "foco", caso contrário pode tornar-se apenas em um "cabide de emprego", mas avisou: "Eu não estou fechando portas".
Cid ainda repetiu várias vezes a importância que ele atribui às ONGs, ao dizer que em determinadas áreas o poder público não consegue atuar sem a ajuda dessas instituições, como no combate ao uso de drogas. "O Estado tem que encarar o terceiro setor como algo que supre as deficiências da Gestão, portanto como aliados", disse.
No meio da discussão, depois de anunciar as promessas, o governador, de forma descontraída, ainda pediu votos aos presentes: "Isso tudo, naturalmente, se eu for eleito. Porque aí tem um pedido de votos por trás" de toda essa conversa.
Quem chegou ao evento com o governador foi o candidato ao Senado Federal, Eunício Oliveira (PMDB), que durante a reunião se dispôs a contribuir com o que puder no restante de seu mandato como deputado federal e como senador, se eleito.
A senadora Patrícia Saboya (PDT), que disputa vaga na Assembleia Legislativa, também esteve no Edisca, a convite da direção. Sentada ao lado de Cid, Patrícia destacou a importância de uma parceria entre o Estado e o terceiro setor e se comprometeu em continuar colaborando.
Durante entrevista, Cid ainda disse que pretende fazer alterações em sua equipe de gestão, caso seja reeleito. Ele sinalizou mudanças no secretariado, mas não deu detalhes, apenas apontou a segurança como ponto que precisa de alterações. "Se eu for eleito, (a administração) será tratada como um novo mandato, com toda a expressão da palavra novo", justificou
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