O manifesto de apoio ao governador, com a conclamação de diálogo sobre a sucessão, foi o principal debate na AL
O líder do bloco PSB-PT-PMDB na Assembleia Legislativa, deputado Welington Landim (PSB), leu ontem, da tribuna da Casa, um manifesto aos cearenses publicado nos jornais do Estado, com a assinatura de 14 partidos, exceção do PT, de apoio à reeleição do governador Cid Gomes e à eleição das candidaturas do deputado federal Eunício Oliveira (PMDB) ao Senado e da ex-ministra Dilma Rousseff (PT) à presidência da República.
Landim explicou que o manifesto foi para reiterar o posicionamento desses 14 partidos. Não apenas falando de apoio aos candidatos, a nota também chama os partidos ao diálogo, para a construção de um plano de Governo para o Ceará e para a formação das chapas majoritária e proporcional.
O fato de o PT não estar na lista dos partidos que assinaram o manifesto, mesmo sendo um dos que mais lutam por uma aliança para a reeleição de Cid Gomes, Landim argumenta que o Partido dos Trabalhadores é um aliado natural do PSB.
Contudo Landim deixa claro que as legendas relacionadas no manifesto são aquelas que não fizeram nenhuma exigência de participar da chapa majoritária liderada por Cid Gomes, diferente do PT, que não abre mão de indicar a vice-governadoria e o nome do deputado federal José Pimentel para o Senado.
Tucanos
Em relação ao PSDB, o parlamentar deixou claro que o seu partido reconhece o papel dos tucanos durante esses três anos e meio que eles deram apoio administrativo. "Não seria agora que o governador Cid Gomes se fecharia para o diálogo. As decisões devem ser tomadas com grandeza. Não podemos deixar que um grupo de menores chegue e atrapalhe. Como partido, como Governo, estamos abertos", avisa.
O vice-líder do Governo, deputado Roberto Cláudio (PSB) entende que o manifesto é um reconhecimento para a ampla base partidária que dá sustentação à administração de Cid.
Os tucanos aplaudiram a posição tomada por Landim de ir à tribuna destacar o manifesto e reconhecer o apoio que o PSDB prestou ao Governo. "Veio a essa tribuna, pela primeira vez, um representante do partido do governador dizer que nós existimos. O nosso agradecimento saudoso. Pode-se dizer que foi o único que falou dos 14 tucanos que sempre estiveram do seu lado", desabafou Fernando Hugo (PSDB).
O deputado Gony Arruda (PSDB) também concorda ter sido a primeira vez que um parlamentar do PSB faz um "gesto de grandeza" em reconhecer a participação dos tucanos.
Já o deputado Osmar Baquit (PSDB) disse ter entendido o manifesto como um "chamado" para aqueles partidos que desejam conversar para construir uma aliança com o PSB. "Imagino que esta nota é um chamamento, mas que esse chamamento não fique só na nota".
No que diz respeito ao PT, o líder do Governo, deputado Nelson Martins (PT), disse que houve uma certa "surpresa" do seu partido não ter participado do manifesto, deixando claro que eles irão apoiar Cid Gomes.
Senado
Contudo o petista confirma que sua agremiação reivindica a manutenção da indicação para o vice-governador, um espaço que o PT já ocupa com Francisco Pinheiro, além do apoio à José Pimentel para o Senado. "No dia 27 estaremos resolvendo esse problema, chegando a um acordo para continuar o projeto de Cid Gomes", atesta.
O deputado Ely Aguiar (PSDC) fez questão de destacar que apesar de seu partido assinar o manifesto, ele, parlamentar, não votará em Dilma Roussef nem em José Pimentel para o Senado, afirmando votar em Cid. O deputado João Ananias (PC do B) ressaltou que a nota não era de "adulação" a Cid
O líder do bloco PSB-PT-PMDB na Assembleia Legislativa, deputado Welington Landim (PSB), leu ontem, da tribuna da Casa, um manifesto aos cearenses publicado nos jornais do Estado, com a assinatura de 14 partidos, exceção do PT, de apoio à reeleição do governador Cid Gomes e à eleição das candidaturas do deputado federal Eunício Oliveira (PMDB) ao Senado e da ex-ministra Dilma Rousseff (PT) à presidência da República.
Landim explicou que o manifesto foi para reiterar o posicionamento desses 14 partidos. Não apenas falando de apoio aos candidatos, a nota também chama os partidos ao diálogo, para a construção de um plano de Governo para o Ceará e para a formação das chapas majoritária e proporcional.
O fato de o PT não estar na lista dos partidos que assinaram o manifesto, mesmo sendo um dos que mais lutam por uma aliança para a reeleição de Cid Gomes, Landim argumenta que o Partido dos Trabalhadores é um aliado natural do PSB.
Contudo Landim deixa claro que as legendas relacionadas no manifesto são aquelas que não fizeram nenhuma exigência de participar da chapa majoritária liderada por Cid Gomes, diferente do PT, que não abre mão de indicar a vice-governadoria e o nome do deputado federal José Pimentel para o Senado.
Tucanos
Em relação ao PSDB, o parlamentar deixou claro que o seu partido reconhece o papel dos tucanos durante esses três anos e meio que eles deram apoio administrativo. "Não seria agora que o governador Cid Gomes se fecharia para o diálogo. As decisões devem ser tomadas com grandeza. Não podemos deixar que um grupo de menores chegue e atrapalhe. Como partido, como Governo, estamos abertos", avisa.
O vice-líder do Governo, deputado Roberto Cláudio (PSB) entende que o manifesto é um reconhecimento para a ampla base partidária que dá sustentação à administração de Cid.
Os tucanos aplaudiram a posição tomada por Landim de ir à tribuna destacar o manifesto e reconhecer o apoio que o PSDB prestou ao Governo. "Veio a essa tribuna, pela primeira vez, um representante do partido do governador dizer que nós existimos. O nosso agradecimento saudoso. Pode-se dizer que foi o único que falou dos 14 tucanos que sempre estiveram do seu lado", desabafou Fernando Hugo (PSDB).
O deputado Gony Arruda (PSDB) também concorda ter sido a primeira vez que um parlamentar do PSB faz um "gesto de grandeza" em reconhecer a participação dos tucanos.
Já o deputado Osmar Baquit (PSDB) disse ter entendido o manifesto como um "chamado" para aqueles partidos que desejam conversar para construir uma aliança com o PSB. "Imagino que esta nota é um chamamento, mas que esse chamamento não fique só na nota".
No que diz respeito ao PT, o líder do Governo, deputado Nelson Martins (PT), disse que houve uma certa "surpresa" do seu partido não ter participado do manifesto, deixando claro que eles irão apoiar Cid Gomes.
Senado
Contudo o petista confirma que sua agremiação reivindica a manutenção da indicação para o vice-governador, um espaço que o PT já ocupa com Francisco Pinheiro, além do apoio à José Pimentel para o Senado. "No dia 27 estaremos resolvendo esse problema, chegando a um acordo para continuar o projeto de Cid Gomes", atesta.
O deputado Ely Aguiar (PSDC) fez questão de destacar que apesar de seu partido assinar o manifesto, ele, parlamentar, não votará em Dilma Roussef nem em José Pimentel para o Senado, afirmando votar em Cid. O deputado João Ananias (PC do B) ressaltou que a nota não era de "adulação" a Cid
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