Os três principais pré-candidatos à Presidência da República estiveram ontem frente a frente pela primeira vez desde que assumiram as candidaturas. O debate foi em Minas Gerais e teve como foco o municipalismo
Os três principais pré-candidatos à Presidência - José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) - participaram ontem do primeiro debate das eleições deste ano. Mediado pelo jornalista Fernando Mitre, da Rede Bandeirantes, o evento ocorre no 27º Congresso Mineiro de Municípios, em Belo Horizonte, e tem como tema principal a questão dos municípios. Eles afagaram os prefeitos e fizeram promessas de valorizar os municípios, se eleitos.
Primeira a falar, Dilma destacou parcerias entre o Governo Federal e prefeituras citando uma série de programas. Ela citou o PAC do saneamento da habitação, o Bolsa Família e o programa Territórios da Cidadania.
Dilma também apresentou um novo mote que lembra a ideia do slogan do tucano “o Brasil pode mais”. Segundo a pré-candidata, “este é o presente, e quando temos um presente dessa qualidade, faremos um futuro melhor”.
A petista disse que o governo jamais olhou a filiação partidária dos prefeitos na hora de investir e destacou as medidas adotadas durante a crise econômica. Para agradar os prefeitos do Estado, a petista citou especificamente programas federais em Minas. Ao dizer que o governo impediu que a crise afetasse os municípios mineiros, a plateia se dividiu entre aplausos e vaias.
Já Marina foi de encontro à fala de Dilma e disse que a questão política continua a pesar nas finanças das prefeituras. Ela afirmou que, apesar de a ex-ministra ter falado de “relação republicana” do governo Lula com prefeitos, “boa parte dos recursos ainda não são repassados sem mediação política”.
A senadora, que foi a mais aplaudida na primeira fala, defendeu a ideia de que o municipalismo é uma nova forma de gestão pública e pediu um novo pacto federativo. “Infelizmente muitas das atribuições continuam sendo um peso para as prefeituras”. Ela defendeu a regulamentação da emenda 29, sendo aplaudida pelos prefeitos.
José Serra
No início de sua fala, Serra lembrou que disputou três vezes a Prefeitura de São Paulo e citou a frase: “A vida pública só podia ser completa se fosse prefeito alguma vez, porque é ele que está cara a cara com a população”.
Ele repetiu a célebre frase de que “a população não vive na União, nem nos Estados. Ela vive nos municípios”. A frase foi repetida por Dilma depois. O ex-governador destacou que, desde a Constituição de 1988, as obrigações das prefeituras aumentaram muito. “As receitas dos municípios não acompanharam as receitas da União”. Serra criticou ainda a queda do repasse do Fundo de Participação dos Municípios esse ano, em relação ao ano passado.
Primeira a falar, Dilma destacou parcerias entre o Governo Federal e prefeituras citando uma série de programas. Ela citou o PAC do saneamento da habitação, o Bolsa Família e o programa Territórios da Cidadania.
Dilma também apresentou um novo mote que lembra a ideia do slogan do tucano “o Brasil pode mais”. Segundo a pré-candidata, “este é o presente, e quando temos um presente dessa qualidade, faremos um futuro melhor”.
A petista disse que o governo jamais olhou a filiação partidária dos prefeitos na hora de investir e destacou as medidas adotadas durante a crise econômica. Para agradar os prefeitos do Estado, a petista citou especificamente programas federais em Minas. Ao dizer que o governo impediu que a crise afetasse os municípios mineiros, a plateia se dividiu entre aplausos e vaias.
Já Marina foi de encontro à fala de Dilma e disse que a questão política continua a pesar nas finanças das prefeituras. Ela afirmou que, apesar de a ex-ministra ter falado de “relação republicana” do governo Lula com prefeitos, “boa parte dos recursos ainda não são repassados sem mediação política”.
A senadora, que foi a mais aplaudida na primeira fala, defendeu a ideia de que o municipalismo é uma nova forma de gestão pública e pediu um novo pacto federativo. “Infelizmente muitas das atribuições continuam sendo um peso para as prefeituras”. Ela defendeu a regulamentação da emenda 29, sendo aplaudida pelos prefeitos.
José Serra
No início de sua fala, Serra lembrou que disputou três vezes a Prefeitura de São Paulo e citou a frase: “A vida pública só podia ser completa se fosse prefeito alguma vez, porque é ele que está cara a cara com a população”.
Ele repetiu a célebre frase de que “a população não vive na União, nem nos Estados. Ela vive nos municípios”. A frase foi repetida por Dilma depois. O ex-governador destacou que, desde a Constituição de 1988, as obrigações das prefeituras aumentaram muito. “As receitas dos municípios não acompanharam as receitas da União”. Serra criticou ainda a queda do repasse do Fundo de Participação dos Municípios esse ano, em relação ao ano passado.
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