O PSB estadual, presidido pelo governador, pré-candidato à reeleição, deverá fazer três atos políticos. O primeiro acontece no próximo dia 29, seguido de mais dois em junho (12 e 19). Desses encontros deverão sair os rumos do Palácio Iracema sobre as candidaturas ao Senado e o nome a vice-governador
O processo de discussão no PSB cearense, que vai nortear a posição oficial do governador Cid Gomes sobre os apoios e as coligações para a disputa eleitoral de 2010, será um dos mais longos entre todos os partidos que atuam no Ceará. Pelo menos é essa a tendência, tendo em vista o calendário anunciado ontem pelo chefe do Executivo, que também preside o PSB no Estado.
De acordo com Cid, os rumos do partido serão conhecidos depois de três encontros programados para as próximas semanas. O primeiro acontece no dia 29 de maio, seguido de mais dois nos dias 12 e 19 de junho - estes últimos já no período das convenções partidárias (10 a 20 de junho). Apenas depois desse processo é que a legenda vai bater o martelo.
O que está em jogo
Desses encontros sairão o tamanho da participação de cada aliado na coligação que deverá lançar Cid à reeleição e, principalmente, os candidatos - oficiais ou não -, para o Senado. Na briga estão o PMDB de Eunício Oliveira, o PT de José Pimentel - que também quer se manter na vice-governadoria -, e o PSDB de Tasso Jereissati.
As diretrizes para os três encontros estaduais ainda vão depender do que o partido definir em nível nacional. Essas orientações deverão sair de uma reunião da Executiva Nacional, agendada para o próximo dia 29.
Na prática, a reunião da cúpula nacional deverá reforçar o apoio do PSB à pré-candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República, e a tática eleitoral com foco nas eleições para governos estaduais e bancadas federais.
Fator Ciro
Ontem, durante encontro com prefeitos do Interior no Palácio Iracema, para discutir o seguro-safra, mais uma vez o governador esquivou-se sobre o assunto: ``A responsabilidade do cargo me impõem um comportamento que seja pautado pela austeridade, pela serenidade, pelo planejamento. Eu tinha até vontade de falar mal de alguém``, brincou.
Cid voltou a lamentar a ausência do irmão, deputado federal Ciro Gomes (PSB), da disputa presidencial, e admitiu que o apoio a Dilma é o caminho: ``A proposta mais próxima da do Ciro é a proposta que a Dilma representa. Embora eu já esteja até me antecipando aos fatos. O partido vai tomar uma posição no dia 21, e eu vou seguir a linha do partido, o Ciro vai seguir também``, antecipou.
De acordo com Cid, os rumos do partido serão conhecidos depois de três encontros programados para as próximas semanas. O primeiro acontece no dia 29 de maio, seguido de mais dois nos dias 12 e 19 de junho - estes últimos já no período das convenções partidárias (10 a 20 de junho). Apenas depois desse processo é que a legenda vai bater o martelo.
O que está em jogo
Desses encontros sairão o tamanho da participação de cada aliado na coligação que deverá lançar Cid à reeleição e, principalmente, os candidatos - oficiais ou não -, para o Senado. Na briga estão o PMDB de Eunício Oliveira, o PT de José Pimentel - que também quer se manter na vice-governadoria -, e o PSDB de Tasso Jereissati.
As diretrizes para os três encontros estaduais ainda vão depender do que o partido definir em nível nacional. Essas orientações deverão sair de uma reunião da Executiva Nacional, agendada para o próximo dia 29.
Na prática, a reunião da cúpula nacional deverá reforçar o apoio do PSB à pré-candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República, e a tática eleitoral com foco nas eleições para governos estaduais e bancadas federais.
Fator Ciro
Ontem, durante encontro com prefeitos do Interior no Palácio Iracema, para discutir o seguro-safra, mais uma vez o governador esquivou-se sobre o assunto: ``A responsabilidade do cargo me impõem um comportamento que seja pautado pela austeridade, pela serenidade, pelo planejamento. Eu tinha até vontade de falar mal de alguém``, brincou.
Cid voltou a lamentar a ausência do irmão, deputado federal Ciro Gomes (PSB), da disputa presidencial, e admitiu que o apoio a Dilma é o caminho: ``A proposta mais próxima da do Ciro é a proposta que a Dilma representa. Embora eu já esteja até me antecipando aos fatos. O partido vai tomar uma posição no dia 21, e eu vou seguir a linha do partido, o Ciro vai seguir também``, antecipou.

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