
Aeronave explodiu antes de aterrissar na Líbia; holandês de 10 anos sobrevive e não corre risco de morte
Trípoli, Líbia. Um menino holandês de 10 anos é o único é o único sobrevivente da queda de um Airbus da companhia líbia Al Afriquiyah, que levava 104 pessoas - 93 passageiros e 11 tripulantes. O avião, que voava de Johannesburgo, na África do Sul, caiu pouco antes de aterrissar no aeroporto de Trípoli, capital da Líbia.
De acordo com a representação sul-africana da Al Afriquiyah, o avião caiu a um metro da pista. "A aeronave explodiu na aterrissagem, e se desintegrou totalmente", afirmou uma fonte dos serviços de segurança do aeroporto de Trípoli, que pediu anonimato.
Milhares de destroços ficaram espalhados em uma grande área a 500 metros do extremo da pista de pouso. Foram encontrados os corpos de 96 vítimas.
Daniel Hoeltgen, porta-voz da Agência Europeia de Segurança em Aviação, disse que a Afriqiyah passou por dez recentes inspeções de segurança nos aeroportos europeus, sem grandes problemas encontrados. Ele disse ainda que uma equipe de investigadores franceses já foi deslocado para Trípoli, para investigação.
"Nós estamos atualmente falando com a Airbus e com a agência de investigação de acidentes aéreos BEA, que estará envolvida no processo", disse Hoeltgen. "Nós daremos nosso apoio se for pedido pelas autoridades no comando", afirmou. A Afriqiyah Airways não estava na lista de companhias aéreas vetadas pela União Europeia. Esta lista tem cerca de 300 empresas proibidas de voar sobre o continente por não manter padrões internacionais de segurança.
A companhia opera apenas aviões da Airbus. Ela foi fundada em abril de 2001 e é de posse do governo líbio.
A principal pista do aeroporto de Trípoli tem 3.600 metros. De acordo com guias de aeroportos internacionais, ela não está equipada com o Sistema de Aterrissagem Instrumental, que guia os aviões em decolagem pela pista, sob qualquer condição meteorológica. O aeroporto conta, contudo, com dois outros sistemas que muitos outros usam em todo o mundo, um rádio ominidirecional de alta frequência que os pilotos usam para navegar as aeronaves e um farol não direcional que também ajuda a guiar os aviões pelo aeroporto.
O menino sobrevivente passou por uma cirurgia e está internado na UTI de um hospital de Trípoli com fraturas múltiplas. A criança, no entanto, não corre risco de morte.
Ontem, a Holanda viveu um dia de luto. Pelo menos, 61 cidadãos do país estavam a bordo do avião acidentado.
Bandeiras holandesas foram colocadas a meio-mastro e as eleições parlamentares de 9 de junho foram suspensas em respeito às vítimas. Hoje já era um feriado nacional no país, e muitos bancos e lojas fecharam antes após a tragédia. O premiê holandês, Jan Peter Balkenende, lamentou a falta de informações precisas vindas da Líbia.
Trípoli, Líbia. Um menino holandês de 10 anos é o único é o único sobrevivente da queda de um Airbus da companhia líbia Al Afriquiyah, que levava 104 pessoas - 93 passageiros e 11 tripulantes. O avião, que voava de Johannesburgo, na África do Sul, caiu pouco antes de aterrissar no aeroporto de Trípoli, capital da Líbia.
De acordo com a representação sul-africana da Al Afriquiyah, o avião caiu a um metro da pista. "A aeronave explodiu na aterrissagem, e se desintegrou totalmente", afirmou uma fonte dos serviços de segurança do aeroporto de Trípoli, que pediu anonimato.
Milhares de destroços ficaram espalhados em uma grande área a 500 metros do extremo da pista de pouso. Foram encontrados os corpos de 96 vítimas.
Daniel Hoeltgen, porta-voz da Agência Europeia de Segurança em Aviação, disse que a Afriqiyah passou por dez recentes inspeções de segurança nos aeroportos europeus, sem grandes problemas encontrados. Ele disse ainda que uma equipe de investigadores franceses já foi deslocado para Trípoli, para investigação.
"Nós estamos atualmente falando com a Airbus e com a agência de investigação de acidentes aéreos BEA, que estará envolvida no processo", disse Hoeltgen. "Nós daremos nosso apoio se for pedido pelas autoridades no comando", afirmou. A Afriqiyah Airways não estava na lista de companhias aéreas vetadas pela União Europeia. Esta lista tem cerca de 300 empresas proibidas de voar sobre o continente por não manter padrões internacionais de segurança.
A companhia opera apenas aviões da Airbus. Ela foi fundada em abril de 2001 e é de posse do governo líbio.
A principal pista do aeroporto de Trípoli tem 3.600 metros. De acordo com guias de aeroportos internacionais, ela não está equipada com o Sistema de Aterrissagem Instrumental, que guia os aviões em decolagem pela pista, sob qualquer condição meteorológica. O aeroporto conta, contudo, com dois outros sistemas que muitos outros usam em todo o mundo, um rádio ominidirecional de alta frequência que os pilotos usam para navegar as aeronaves e um farol não direcional que também ajuda a guiar os aviões pelo aeroporto.
O menino sobrevivente passou por uma cirurgia e está internado na UTI de um hospital de Trípoli com fraturas múltiplas. A criança, no entanto, não corre risco de morte.
Ontem, a Holanda viveu um dia de luto. Pelo menos, 61 cidadãos do país estavam a bordo do avião acidentado.
Bandeiras holandesas foram colocadas a meio-mastro e as eleições parlamentares de 9 de junho foram suspensas em respeito às vítimas. Hoje já era um feriado nacional no país, e muitos bancos e lojas fecharam antes após a tragédia. O premiê holandês, Jan Peter Balkenende, lamentou a falta de informações precisas vindas da Líbia.
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