O deputado Paulo Bornhausen (SC), líder do DEM na Câmara, disse ontem que o seu partido deve ter a vaga de vice na chapa do ex-governador José Serra (PSDB) na disputa presidencial.
"Em razão da sua densidade eleitoral o Democratas tem o direito de reivindicar a posição de vice. Mas isso só vai acontecer nas convenções", afirmou. Para ele, o vice deve ser escolhido apenas em julho, quando haverá as convenções.
Bornhausen, no entanto, não sugeriu nenhum nome do partido. "Não posso impor o nome de um candidato a vice que não seja afinado com o nosso futuro presidente", disse.
O deputado admitiu que a crise do Distrito Federal, que envolveu o governo do ex-democrata José Roberto Arruda, terá impacto na disputa eleitoral. "Lógico que temos prejuízos".
Em março, o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), também afirmou que o vice da chapa tucana deve ser do partido, caso o ex-governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), concorra ao Senado.
"Se o Aécio decidir que não é candidato, naturalmente a vaga é nossa", disse o deputado Rodrigo Maia.
"Em razão da sua densidade eleitoral o Democratas tem o direito de reivindicar a posição de vice. Mas isso só vai acontecer nas convenções", afirmou. Para ele, o vice deve ser escolhido apenas em julho, quando haverá as convenções.
Bornhausen, no entanto, não sugeriu nenhum nome do partido. "Não posso impor o nome de um candidato a vice que não seja afinado com o nosso futuro presidente", disse.
O deputado admitiu que a crise do Distrito Federal, que envolveu o governo do ex-democrata José Roberto Arruda, terá impacto na disputa eleitoral. "Lógico que temos prejuízos".
Em março, o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), também afirmou que o vice da chapa tucana deve ser do partido, caso o ex-governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), concorra ao Senado.
"Se o Aécio decidir que não é candidato, naturalmente a vaga é nossa", disse o deputado Rodrigo Maia.
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