
O corpo da esposa do presidente polonês, Maria Kaczynski, ainda não foi identificado pela perícia
Varsóvia Os restos mortais do presidente polonês Lech Kaczynski, morto na queda do avião presidencial em que viajava acompanhado de mais 95 pessoas, foram recebidos em Varsóvia ontem, em meio a grande comoção de milhares de pessoas - entre elas seu irmão gêmeo, o ex-primeiro-ministro Jaroslaw Kaczynski.
Os restos do líder chegaram a bordo de um avião militar polonês. Apesar dos desejos da família, o corpo de Kaczynski não pôde ser repatriado com o de sua mulher, Maria Kaczynski, também morta na tragédia aérea, porque o dela não estava entre os 24 já identificados.
"Não foi possível identificar o corpo de Maria Kaczynska", declarou o porta-voz da presidência, Tomasz Brzezinski.
Enquanto o povo ocupava as ruas à espera do cortejo fúnebre, o primeiro-ministro, Donald Tusk, o presidente do Parlamento e chefe de Estado interino, Bronislaw Komorowski, e o presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, acompanharam o cortejo no aeroporto de Varsóvia. Na pista do aeroporto também aguardava o irmão do presidente Jaroslaw Kaczynski, a quem coube nesta madrugada a tarefa de reconhecer o corpo do irmão. Além dele, estavam outros familiares, como a filha do governante, Marta, visivelmente emocionada.
Marta e Jaroslaw foram os primeiros que se ajoelharam e beijaram o caixão, coberto pela bandeira polonesa e escoltado por quatro oficiais com sabres ao alto. Em seguida, os demais familiares e personalidades políticas e representantes de altas instituições presentes fizeram o mesmo, em um dos momentos mais solenes e emocionantes.
A mãe dos gêmeos Kaczynski, Jadwiga, está internada em um hospital em Varsóvia devido ao delicado estado de saúde e ainda não sabe da morte do filho, com quem mantinha um relacionamento próximo. Após a recepção e as honras militares e religiosas, o cortejo fúnebre partiu em direção ao palácio presidencial acompanhado por milhares de pessoas.
O porta-voz do Executivo, Pawel Grass, informou a intenção do Governo de velar o corpo no palácio Presidencial para que todos os poloneses possam se despedir do governante, mas para isso é necessária uma autorização da família.
Varsóvia Os restos mortais do presidente polonês Lech Kaczynski, morto na queda do avião presidencial em que viajava acompanhado de mais 95 pessoas, foram recebidos em Varsóvia ontem, em meio a grande comoção de milhares de pessoas - entre elas seu irmão gêmeo, o ex-primeiro-ministro Jaroslaw Kaczynski.
Os restos do líder chegaram a bordo de um avião militar polonês. Apesar dos desejos da família, o corpo de Kaczynski não pôde ser repatriado com o de sua mulher, Maria Kaczynski, também morta na tragédia aérea, porque o dela não estava entre os 24 já identificados.
"Não foi possível identificar o corpo de Maria Kaczynska", declarou o porta-voz da presidência, Tomasz Brzezinski.
Enquanto o povo ocupava as ruas à espera do cortejo fúnebre, o primeiro-ministro, Donald Tusk, o presidente do Parlamento e chefe de Estado interino, Bronislaw Komorowski, e o presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, acompanharam o cortejo no aeroporto de Varsóvia. Na pista do aeroporto também aguardava o irmão do presidente Jaroslaw Kaczynski, a quem coube nesta madrugada a tarefa de reconhecer o corpo do irmão. Além dele, estavam outros familiares, como a filha do governante, Marta, visivelmente emocionada.
Marta e Jaroslaw foram os primeiros que se ajoelharam e beijaram o caixão, coberto pela bandeira polonesa e escoltado por quatro oficiais com sabres ao alto. Em seguida, os demais familiares e personalidades políticas e representantes de altas instituições presentes fizeram o mesmo, em um dos momentos mais solenes e emocionantes.
A mãe dos gêmeos Kaczynski, Jadwiga, está internada em um hospital em Varsóvia devido ao delicado estado de saúde e ainda não sabe da morte do filho, com quem mantinha um relacionamento próximo. Após a recepção e as honras militares e religiosas, o cortejo fúnebre partiu em direção ao palácio presidencial acompanhado por milhares de pessoas.
O porta-voz do Executivo, Pawel Grass, informou a intenção do Governo de velar o corpo no palácio Presidencial para que todos os poloneses possam se despedir do governante, mas para isso é necessária uma autorização da família.
Nenhum comentário:
Postar um comentário