Monsenhor John Magee é acusado de acobertar abusos contra crianças e "implora" perdão
O papa Bento XVI aceitou, ontem, a demissão do bispo irlandês John Magee, ex-secretário particular de vários pontífices e acusado de ter encoberto casos de pedofilia, em um gesto emblemático após os escândalos que eclodiram em vários países da Europa.
O anúncio foi feito pelo gabinete de imprensa do Vaticano, que menciona o artigo 401 do Direito Canônico em seu parágrafo dois que apresenta "razões graves".
"Antes de sair, quero implorar perdão a qualquer pessoa que tenha sofrido abusos por parte de qualquer padre da diocese de Cloyne, enquanto fui bispo ou em qualquer outro momento", escreveu o monsenhor em um comunicado.
Magee, de 73 anos, que foi secretário particular de três papas, Paulo VI, João Paulo I e João Paulo II e mestre de Cerimônias Pontifícias em 1992, foi envolvido no escândalo de abusos sexuais contra crianças em um relatório divulgado em dezembro de 2008 pela Igreja Católica irlandesa.
No relatório são citados, entre outros, os casos de dois padres de Cloyne (sul da Irlanda) acusados de abusos sexuais contra crianças e considera que as medidas de proteção dos jovens "não eram adequadas e, em alguns aspectos, perigosas".
Depois dessas revelações, quatro bispos renunciaram, mas apenas uma delas era efetiva, a do monsenhor Donald Murray. A demissão de Magee foi aceita quatro dias após o Papa ter reconhecido em uma "carta pastoral" a responsabilidade da Igreja Católica pelos abusos cometidos por padres.
O papa Bento XVI aceitou, ontem, a demissão do bispo irlandês John Magee, ex-secretário particular de vários pontífices e acusado de ter encoberto casos de pedofilia, em um gesto emblemático após os escândalos que eclodiram em vários países da Europa.
O anúncio foi feito pelo gabinete de imprensa do Vaticano, que menciona o artigo 401 do Direito Canônico em seu parágrafo dois que apresenta "razões graves".
"Antes de sair, quero implorar perdão a qualquer pessoa que tenha sofrido abusos por parte de qualquer padre da diocese de Cloyne, enquanto fui bispo ou em qualquer outro momento", escreveu o monsenhor em um comunicado.
Magee, de 73 anos, que foi secretário particular de três papas, Paulo VI, João Paulo I e João Paulo II e mestre de Cerimônias Pontifícias em 1992, foi envolvido no escândalo de abusos sexuais contra crianças em um relatório divulgado em dezembro de 2008 pela Igreja Católica irlandesa.
No relatório são citados, entre outros, os casos de dois padres de Cloyne (sul da Irlanda) acusados de abusos sexuais contra crianças e considera que as medidas de proteção dos jovens "não eram adequadas e, em alguns aspectos, perigosas".
Depois dessas revelações, quatro bispos renunciaram, mas apenas uma delas era efetiva, a do monsenhor Donald Murray. A demissão de Magee foi aceita quatro dias após o Papa ter reconhecido em uma "carta pastoral" a responsabilidade da Igreja Católica pelos abusos cometidos por padres.
DN
Nenhum comentário:
Postar um comentário