A praticamente duas semanas do fim do prazo para desincompatibilização dos ministros que vão disputar cargos nas próximas eleições, pelo menos dez ministros deixarão o cargo até o dia 3 de abril.
O ex-ministro da Justiça e agora pré-candidato do PT ao governo do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, foi o primeiro a sair. Também saem do governo a ministra Dilma Rousseff e os ministros Hélio Costa, das Comunicações, Edison Lobão, de Minas e Energia, e Geddel Vieira Lima, da Integração Nacional. Os ministros José Pimentel, da Previdência Social, Reinhold Stephanes, da Agricultura, e Edson Santos, da Igualdade Racial, também saem. Carlos Minc, titular do Meio Ambiente, e Alfredo Nascimento, dos Transportes, são outros casos semelhantes.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, não decidiu se deixa o governo. Em situação semelhante também estão o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o secretário de Portos, Pedro Brito.
O ex-ministro da Justiça e agora pré-candidato do PT ao governo do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, foi o primeiro a sair. Também saem do governo a ministra Dilma Rousseff e os ministros Hélio Costa, das Comunicações, Edison Lobão, de Minas e Energia, e Geddel Vieira Lima, da Integração Nacional. Os ministros José Pimentel, da Previdência Social, Reinhold Stephanes, da Agricultura, e Edson Santos, da Igualdade Racial, também saem. Carlos Minc, titular do Meio Ambiente, e Alfredo Nascimento, dos Transportes, são outros casos semelhantes.
O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, não decidiu se deixa o governo. Em situação semelhante também estão o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o secretário de Portos, Pedro Brito.
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