1 de fevereiro de 2010

Trabalho temporário no carnaval sustenta vários profissionais

Em um barracão, os salários são pagos semanalmente e, dependendo do trabalho, podem ser de R$ 5 mil, como no caso de um pintor de arte

O galpão abafado no centro da cidade fica ainda mais quente com a chama de maçaricos, pistolas de cola quente e com a correria dos mais de 70 funcionários da Escola de Samba Império Serrano, que se revezam em três turnos a duas semanas para o carnaval. O trabalho de costureiras, soldadores, artesãos e carpinteiros resultará não só numa grande festa, mas também no sustento de famílias o ano inteiro, além de movimentar a
economia informal.

A Império Serrano é um das 12 escolas do Grupo de Acesso 1 que desfilam no circuito oficial do Rio, do qual fazem parte mais 12 escolas do Grupo Especial como a Grande Rio, que tem 300 colaboradores recebendo por semana entre R$ 500 e R$ 7 mil. De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Rio, juntas, as 24 escolas geram cerca de 5 mil empregos entre agosto e fevereiro.

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