A ala cearense do PSDB recebe pressão nacional para garantir palanque estadual para o pré-candidato tucano à presidência, José Serra (PSDB). Mas, como o senador Tasso Jereissati (PSDB) não aceita entrar na disputa, o partido ainda procura um nome de peso para concorrer ao Governo do Estado.
Na última segunda-feira, 11, reunião entre o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, da qual Tasso também participou, avaliou a situação do partido nos estados. Eles apontaram a situação do Ceará como uma das mais críticas do País, ao lado de Rio de Janeiro e Amazonas. Em nenhum dos três estados, até agora, há opção de candidatos para os governos. Tasso, pressionado para se lançar a governador, reforçou sua intenção de disputar sua permanência no Senado em 2010.
A candidatura de Tasso ao Governo seria a única opção consensual entre os tucanos cearenses. Descartada essa possibilidade, o partido fica dividido e sem opções de um nome competitivo para fazer frente a Cid Gomes (PSB), candidato à reeleição.
Conforme O POVO mostrou ontem, o PSDB cearense passa por momento de indefinições. As bancadas estaduais e federais encontram-se divididas entre lançar candidatura própria ou permanecer no governo e apoiar a reeleição de Cid Gomes.
Diante da falta de opções, a corrida por uma alternativa toma conta dos bastidores do partido. Uma movimentação tenta dar visibilidade na mídia a Luiz Pontes. Ele já foi senador, presidiu a Assembleia Legislativa, comandou a articulação política do Estado na gestão Lúcio Alcântara, mas não conseguiu se eleger deputado estadual na última eleição e hoje é suplente do secretário da Justiça do Estado, Marcos Cals, outro tucano cogitado para entrar na disputa.
Um problema para o PSDB é o fato de os principais cotados para uma campanha majoritária terem mandato de deputado federal ou estadual. E a maioria não demonstra disposição para abrir do posto para concorrer ao Governo em condições pouco favoráveis. Até agora, ninguém se lançou pré-candidato.
Corrida nacional
Na reunião entre os caciques nacionais, na segunda-feira, o governador de São Paulo, José Serra, mesmo ausente do encontro e, até aqui, esquivando-se de se posicionar, foi escolhido como nome para a disputa presidencial.
O PSDB já corre para arrumar palanques para reforçar a candidatura nacional. O partido não quer repetir os mesmos problemas das duas últimas eleições presidenciais, particularmente no Ceará.
Em 2002, quando Serra lançou-se para a Presidência, teve como um dos adversários Ciro Gomes (PSB-SP), amigo e antigo aliado de Tasso. Brigado com o hoje governador paulista, Tasso aderiu à campanha de Ciro, deixando Serra sem palanque no Ceará.
Já em 2006, na disputa pela reeleição, Lúcio Alcântara (então no PSDB, hoje no PR), chegou a colocar Lula em seu programa eleitoral, numa tentativa de atrelamento, apesar de o presidente, também candidato à reeleição, fazer campanha para Cid Gomes (PSB). Os tucanos, com a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência, tiveram novamente pouca expressividade no Ceará.
Na última segunda-feira, 11, reunião entre o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, da qual Tasso também participou, avaliou a situação do partido nos estados. Eles apontaram a situação do Ceará como uma das mais críticas do País, ao lado de Rio de Janeiro e Amazonas. Em nenhum dos três estados, até agora, há opção de candidatos para os governos. Tasso, pressionado para se lançar a governador, reforçou sua intenção de disputar sua permanência no Senado em 2010.
A candidatura de Tasso ao Governo seria a única opção consensual entre os tucanos cearenses. Descartada essa possibilidade, o partido fica dividido e sem opções de um nome competitivo para fazer frente a Cid Gomes (PSB), candidato à reeleição.
Conforme O POVO mostrou ontem, o PSDB cearense passa por momento de indefinições. As bancadas estaduais e federais encontram-se divididas entre lançar candidatura própria ou permanecer no governo e apoiar a reeleição de Cid Gomes.
Diante da falta de opções, a corrida por uma alternativa toma conta dos bastidores do partido. Uma movimentação tenta dar visibilidade na mídia a Luiz Pontes. Ele já foi senador, presidiu a Assembleia Legislativa, comandou a articulação política do Estado na gestão Lúcio Alcântara, mas não conseguiu se eleger deputado estadual na última eleição e hoje é suplente do secretário da Justiça do Estado, Marcos Cals, outro tucano cogitado para entrar na disputa.
Um problema para o PSDB é o fato de os principais cotados para uma campanha majoritária terem mandato de deputado federal ou estadual. E a maioria não demonstra disposição para abrir do posto para concorrer ao Governo em condições pouco favoráveis. Até agora, ninguém se lançou pré-candidato.
Corrida nacional
Na reunião entre os caciques nacionais, na segunda-feira, o governador de São Paulo, José Serra, mesmo ausente do encontro e, até aqui, esquivando-se de se posicionar, foi escolhido como nome para a disputa presidencial.
O PSDB já corre para arrumar palanques para reforçar a candidatura nacional. O partido não quer repetir os mesmos problemas das duas últimas eleições presidenciais, particularmente no Ceará.
Em 2002, quando Serra lançou-se para a Presidência, teve como um dos adversários Ciro Gomes (PSB-SP), amigo e antigo aliado de Tasso. Brigado com o hoje governador paulista, Tasso aderiu à campanha de Ciro, deixando Serra sem palanque no Ceará.
Já em 2006, na disputa pela reeleição, Lúcio Alcântara (então no PSDB, hoje no PR), chegou a colocar Lula em seu programa eleitoral, numa tentativa de atrelamento, apesar de o presidente, também candidato à reeleição, fazer campanha para Cid Gomes (PSB). Os tucanos, com a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência, tiveram novamente pouca expressividade no Ceará.
fonte o povo
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