A dor e a revolta prevalecem. Muita gente vestiu-se de branco, hasteou bandeirinhas, cartazes com a foto da criança impressa e levou rosas brancas
Uma multidão acompanhou a missa de 7° dia da menina Alanis Maria Laurindo de Oliveira, na noite desta quarta-feira, na Igreja Matriz do Conjunto Ceará. As pessoas rezavam pedindo conforto à família da criança, mas também protestavam por justiça. A dor e a revolta prevalecem. Muita gente vestiu-se de branco, hasteou bandeirinhas, cartazes com a foto da criança impressa e levou rosas brancas.
Os pais da menina Alanis, que teve a vida ceifada na noite da última quinta-feira, dia 7, Patrícia Laurindo, 26, e Adairton Oliveira, 25, assistiam à missa da primeira fila. Com rosas brancas nas mãos, se mantiveram serenos durante a celebração. Vários fiéis voluntariamente tentavam garantir o isolamento da família e conter a multidão.
“Hoje nós lamentamos o fato que se deu há sete dias, ato que não desejamos nem ao nosso pior inimigo. Vem de imediato aquele desejo de vingança e revolta. É natural, porque somos humanos, mas devemos lembrar que somos cristãos e devemos semear a paz e o perdão”, disse o celebrante da missa, padre Luiz Alberto, durante a homilia.
Os pais da menina Alanis, que teve a vida ceifada na noite da última quinta-feira, dia 7, Patrícia Laurindo, 26, e Adairton Oliveira, 25, assistiam à missa da primeira fila. Com rosas brancas nas mãos, se mantiveram serenos durante a celebração. Vários fiéis voluntariamente tentavam garantir o isolamento da família e conter a multidão.
“Hoje nós lamentamos o fato que se deu há sete dias, ato que não desejamos nem ao nosso pior inimigo. Vem de imediato aquele desejo de vingança e revolta. É natural, porque somos humanos, mas devemos lembrar que somos cristãos e devemos semear a paz e o perdão”, disse o celebrante da missa, padre Luiz Alberto, durante a homilia.
FONTE O POVO ONLINE

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