O ministro da Previdência, José Pimentel, disse ontem que o governo deverá enviar até o fim do mês medida provisória reajustando o salário mínimo e o benefício de aposentados e pensionistas que ganham acima disso. De acordo com Pimentel, o aumento para os aposentados que ganham acima do mínimo será de 2,5% acima da inflação de 2009, o que corresponde à cerca de metade do cresciment o do PIB em 2008. O impacto para os cofres públicos será de R$ 3 bilhões.
Pimentel confirmou ainda que o reajuste do salário mínimo será feito pela mesma regra seguida desde 2008, que prevê inflação mais variação integral do PIB de dois anos antes - a regra valerá até 2023.
O presidente Lula decidiu barrar a votação na Câmara do projeto que fixa o valor do salário mínimo em 2010 e editar medida provisória concedendo reajuste nominal de 8,7% (5,1% acima da inflação) a partir de janeiro, elevando o valor dos atuais R$ 465 para pelo menos R$ 505. A MP também dará metade desse ganho real aos benefícios da Previdência Social superiores ao mínimo.
A medida provisória deve ser editada na próxima semana para que a antecipação do reajuste, que valerá a partir de 1º de janeiro e começará a ser paga no final do mesmo mês, funcione, na avaliação do governo, como um presente de Natal para os aposentados.
Com essa decisão, o governo espera reduzir o desgaste que Lula teria por barrar a votação de projeto em tramitação na Câmara que define a nova política de reajuste do mínimo - apoiada pelo governo -, mas estende as regras aos benefícios previdenciários acima do piso salarial.
A Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas) e a CUT (Central Única dos Trabalhadores) criticaram a decisão de conceder ganho real de apenas metade do aumento do PIB em 2008 aos aposentados que ganham mais do que o salário mínimo e a forma de dar o reajuste por meio de medida provisória a ser editada na próxima semana.
"O governo está tramando por baixo do pano para apunhalar os aposentados. Mas, na eleição os segurados do INSS vão lembrar de todos os deputados que participarão dessa armação", afirmou Warley Martins Gonçalles, presidente da entidade. A Cobap quer o mesmo índice de reajuste para todos.
A CUT quer ganho de 80% do crescimento do PIB, o que daria reajuste de 7,55%. O presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados da Força Sindical, João Batista Inocentini, disse que o índice não é ideal, mas que as negociações com o governo podem gerar avanços importantes para os aposentados.
Pimentel confirmou ainda que o reajuste do salário mínimo será feito pela mesma regra seguida desde 2008, que prevê inflação mais variação integral do PIB de dois anos antes - a regra valerá até 2023.
O presidente Lula decidiu barrar a votação na Câmara do projeto que fixa o valor do salário mínimo em 2010 e editar medida provisória concedendo reajuste nominal de 8,7% (5,1% acima da inflação) a partir de janeiro, elevando o valor dos atuais R$ 465 para pelo menos R$ 505. A MP também dará metade desse ganho real aos benefícios da Previdência Social superiores ao mínimo.
A medida provisória deve ser editada na próxima semana para que a antecipação do reajuste, que valerá a partir de 1º de janeiro e começará a ser paga no final do mesmo mês, funcione, na avaliação do governo, como um presente de Natal para os aposentados.
Com essa decisão, o governo espera reduzir o desgaste que Lula teria por barrar a votação de projeto em tramitação na Câmara que define a nova política de reajuste do mínimo - apoiada pelo governo -, mas estende as regras aos benefícios previdenciários acima do piso salarial.
A Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas) e a CUT (Central Única dos Trabalhadores) criticaram a decisão de conceder ganho real de apenas metade do aumento do PIB em 2008 aos aposentados que ganham mais do que o salário mínimo e a forma de dar o reajuste por meio de medida provisória a ser editada na próxima semana.
"O governo está tramando por baixo do pano para apunhalar os aposentados. Mas, na eleição os segurados do INSS vão lembrar de todos os deputados que participarão dessa armação", afirmou Warley Martins Gonçalles, presidente da entidade. A Cobap quer o mesmo índice de reajuste para todos.
A CUT quer ganho de 80% do crescimento do PIB, o que daria reajuste de 7,55%. O presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados da Força Sindical, João Batista Inocentini, disse que o índice não é ideal, mas que as negociações com o governo podem gerar avanços importantes para os aposentados.
DN
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