Ameaças de morte, despedida de parentes e um fim trágico: amarrado, amordaçado, jogado as margens de uma estrada carroçável e queimado, no último dia 4, entre os bairros José Walter e Conjunto Palmeiras. Esses são os ingredientes misteriosos que cercam a morte do travesti Aglaílson Rodrigues Ferreira, 22. A Polícia está investigando o caso, mas até agora, não foi encontrada nenhuma pista concreta que levasse aos autores desse crime bárbaro.
De acordo com o delegado Valdir Passos, titular do 8º DP (José Walter), a investigação está em andamento. "Ouvimos oito pessoas, entre amigos e familiares, mas ainda não surgiu nenhuma informação que possa nos ajudar a encontrar os acusados", disse o delegado. Passos afirma que os depoimentos são unânimes em afirmar que Aglaílson vinha recebendo ameaças, contudo, as pessoas não soubera informar quem estaria por trás das intimidações contra o travesti. "Ele, inclusive, dois dias antes de aparecer morto, foi até ao encontro de uma irmã e se despediu, afirmando a ela, que aquela seria a última vez que ela o via", destacou Valdir Passos.
O delegado afirmou que aguarda a entrega dos laudos periciais, do local do crime e também o cadavérico, para saber se nos documentos há algum indicativo do autor ou autores da morte. Além disso, salienta Passos, "somente com o resultado do exame de necropsia será possível afirmar qual a verdadeira causa da morte, se asfixia, como foi cogitado inicialmente, ou pelos ferimentos de queimadura".
Indigente
O corpo de Aglaílson foi encontrado por moradores pegando fogo, no fim da Avenida D, no José Walter, no último dia 4. Ele estava sem nenhuma identificação e o corpo só foi reconhecido um dia depois na sede do Serviço de Verificação de Óbito (SVO), onde funciona, provisoriamente a Coordenadoria de Medicina Legal (CML), da Perícia Forense do Estado do Ceará. O titular do 8º DP, solicita que qualquer pessoa que tenha alguma informação sobre os acusados deste crime, podem ligar para 3101. 2950.
Membros da Organização Não- Governamental (ONG), Grupo de Resistência Asa Branca (Grab), estiveram na última semana na delegacia que apura o caso, e conversaram com o delegado Valdir Passos.
Andamento
Os diretores da ONG, que atua no combate a homofobia, transfobia e lesbofobia, entregaram ofício ao delegado Valdir Passos, solicitando maiores informações sobre o andamento das investigações, assim como pediram maior empenho da Polícia, na elucidação do caso. Diligências serão retomadas na próxima semana, conforme o delegado. De acordo com levantamento feitos pelos integrantes do Grab, entre os anos de 1996 a 2008, 57 travestis, gays e lésbicas foram assassinados no Estado em decorrência de preconceito. As principais causas das mortes são ferimentos por faca, punhal, além de espancamento e estrangulamento.
De acordo com o delegado Valdir Passos, titular do 8º DP (José Walter), a investigação está em andamento. "Ouvimos oito pessoas, entre amigos e familiares, mas ainda não surgiu nenhuma informação que possa nos ajudar a encontrar os acusados", disse o delegado. Passos afirma que os depoimentos são unânimes em afirmar que Aglaílson vinha recebendo ameaças, contudo, as pessoas não soubera informar quem estaria por trás das intimidações contra o travesti. "Ele, inclusive, dois dias antes de aparecer morto, foi até ao encontro de uma irmã e se despediu, afirmando a ela, que aquela seria a última vez que ela o via", destacou Valdir Passos.
O delegado afirmou que aguarda a entrega dos laudos periciais, do local do crime e também o cadavérico, para saber se nos documentos há algum indicativo do autor ou autores da morte. Além disso, salienta Passos, "somente com o resultado do exame de necropsia será possível afirmar qual a verdadeira causa da morte, se asfixia, como foi cogitado inicialmente, ou pelos ferimentos de queimadura".
Indigente
O corpo de Aglaílson foi encontrado por moradores pegando fogo, no fim da Avenida D, no José Walter, no último dia 4. Ele estava sem nenhuma identificação e o corpo só foi reconhecido um dia depois na sede do Serviço de Verificação de Óbito (SVO), onde funciona, provisoriamente a Coordenadoria de Medicina Legal (CML), da Perícia Forense do Estado do Ceará. O titular do 8º DP, solicita que qualquer pessoa que tenha alguma informação sobre os acusados deste crime, podem ligar para 3101. 2950.
Membros da Organização Não- Governamental (ONG), Grupo de Resistência Asa Branca (Grab), estiveram na última semana na delegacia que apura o caso, e conversaram com o delegado Valdir Passos.
Andamento
Os diretores da ONG, que atua no combate a homofobia, transfobia e lesbofobia, entregaram ofício ao delegado Valdir Passos, solicitando maiores informações sobre o andamento das investigações, assim como pediram maior empenho da Polícia, na elucidação do caso. Diligências serão retomadas na próxima semana, conforme o delegado. De acordo com levantamento feitos pelos integrantes do Grab, entre os anos de 1996 a 2008, 57 travestis, gays e lésbicas foram assassinados no Estado em decorrência de preconceito. As principais causas das mortes são ferimentos por faca, punhal, além de espancamento e estrangulamento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário