Aos 63 anos, o ex-prefeito de São Paulo (1997-2000), Celso Roberto Pitta do Nascimento, morreu às 23h50 de sexta-feira, vítima de câncer no intestino. Internado desde o dia 3 de novembro no Hospital Sírio-Libanês, ele lutava contra a doença havia onze meses.
Pitta foi condenado em primeira instância por emissão irregular de precatórios quando era secretário de Finanças do então prefeito Paulo Maluf. O ex-prefeito figurou como réu em treze ações civis públicas, em que era acusado de improbidade administrativa, corrupção e desvio de verba pública.
Em entrevista ao repórter André Guilherme, o promotor Saad Mazloum, afirmou que as ações penais contra Pitta estão extintas, mas que seus herdeiros responderão na esfera cível.
O advogado do ex-prefeito de São Paulo, Remo Battaglia reconheceu que os processos que correm nas Justiças Federal e Estadual terão andamento. De acordo com Battaglia, as ações de natureza civil vão tramitar, mas ele reiterou que o patrimônio financeiro de Pitta continua bloqueado.
Para o especialista em Direito Constitucional e Civil, advogado Marcio Kayatt, a responsabilidade dos herdeiros de Pitta se estende até o limite do patrimônio deixado pelo ex-prefeito. Kayatt disse ainda que o Ministério Público terá de provar a origem de recursos depositados no exterior.
Além de acusado de mandar dinheiro desviado da Prefeitura de São Paulo ao exterior, Celso Pitta também respondia a processo por crimes financeiros. Pitta era réu na ação penal da operação Satiagraha da Polícia Federal, e foi preso assim como o banqueiro Daniel Dantas e o especulador Naji Nahas. Ele respondia na 6ª Vara Federal Criminal por evasão de divisas, falsidade ideológica, formação de quadrilha e operação ilegal de instituição financeira.
Pitta foi condenado em primeira instância por emissão irregular de precatórios quando era secretário de Finanças do então prefeito Paulo Maluf. O ex-prefeito figurou como réu em treze ações civis públicas, em que era acusado de improbidade administrativa, corrupção e desvio de verba pública.
Em entrevista ao repórter André Guilherme, o promotor Saad Mazloum, afirmou que as ações penais contra Pitta estão extintas, mas que seus herdeiros responderão na esfera cível.
O advogado do ex-prefeito de São Paulo, Remo Battaglia reconheceu que os processos que correm nas Justiças Federal e Estadual terão andamento. De acordo com Battaglia, as ações de natureza civil vão tramitar, mas ele reiterou que o patrimônio financeiro de Pitta continua bloqueado.
Para o especialista em Direito Constitucional e Civil, advogado Marcio Kayatt, a responsabilidade dos herdeiros de Pitta se estende até o limite do patrimônio deixado pelo ex-prefeito. Kayatt disse ainda que o Ministério Público terá de provar a origem de recursos depositados no exterior.
Além de acusado de mandar dinheiro desviado da Prefeitura de São Paulo ao exterior, Celso Pitta também respondia a processo por crimes financeiros. Pitta era réu na ação penal da operação Satiagraha da Polícia Federal, e foi preso assim como o banqueiro Daniel Dantas e o especulador Naji Nahas. Ele respondia na 6ª Vara Federal Criminal por evasão de divisas, falsidade ideológica, formação de quadrilha e operação ilegal de instituição financeira.
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