O ministro das Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, negou nesta sexta (4) que o incidente ocorrido ontem (3) no aeroporto de Fiumicino, em Roma, envolvendo a senadora brasileira Patrícia Saboya (PDT-CE), tenha sido fruto de uma manifestação de preconceito. Ao desembarcar em Roma, a parlamentar foi retida por policiais italianos durante cerca de 40 anos minutos depois de já haver passado pela alfândega.Sem maiores explicações, cerca de dez oficiais pediram para fazer uma nova revista nas bagagens. A senadora e mais duas acompanhantes ficaram detidas por uma hora. Em nota oficial, o chanceler Frattini ressaltou que a Itália sempre manteve "uma espontânea e profunda simpatia e amizade" com o povo brasileiro e que o ato foi apenas de “precaução”. As informações são da Agência Ansa.
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