Depois do corte de água, energia e telefone, já parcialmente restabelecidos, a falta de alimentos começa a afetar as pessoas que se refugiaram na embaixada do Brasil em Tegucigalpa para acompanhar o presidente deposto, Manuel Zelaya, que retornou ao país na segunda-feira (21), depois de mais de três meses no exílio.
A assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores disse à BBC Brasil que a comida já era pouca desde a noite da segunda-feira. A situação se agravou nesta terça-feira, quando militares sitiaram a sede da diplomacia brasileira no país reprimindo os manifestantes que estavam nos arredores.
fonte CLAUDIA JARDIM
da BBC Brasil, em Caracas
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